Não é mais a seleção de Ronaldo, Romário ou Ronaldinho
Gaúcho. O novo time tem uma nova identidade, um novo jeito de jogar. Hoje não
se fala mais em craque ou algo do gênero> “O cara” do time de Dunga é a
coletividade. Ninguém se destaca, no entanto todos jogam pelo time, marcam
atrás da linha da bola e acima de tudo, tem humildade.
Por falar em craques, uma ressalva, Willian, Douglas Costa e
Neymar Jr. formam o melhor trio de ataque que vi jogando desde que o Brasil ganhou
o último mundial. São peças importantes dessa nova seleção brasileira com
futebol alegre e envolvente. Para o futebol de alto nível que todas as grandes seleções
jogam atualmente, eles dão mais do que conta do recado e se mostram craques
também.
Nenhuma seleção consegue ser superior por muito tempo é
questão de geração. E essa que o Brasil tem hoje ainda é jovem e vai fazer bem
mais.
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