Regatianos dominaram nos 90 minutos, mas nos tiros livres, João Carlos fez a diferença para o CSA
Um jogo que valia a taça não poderia começar de outra maneira. Um clássico pegado desde o início, com as equipes brigando pelos espaços.
Quem tomou a iniciativa por jogar com a desvantagem na decisão de um gol, foi o Galo. Mas agudo e apostando nas jogadas em velocidade de William e Hugo.
O CRB chegou primeiro, com quatro minutos de jogo, em chute de longa distância do zagueiro Guilherme, João Carlos mandou para escanteio. Na cobrança Wellington testou firme mas a bola saiu a esquerda da meta azulina.
O Regatas assustou novamente em com Igor que arriscou de longa distância. De tanto insistir, o Brasil marcou o primeiro, aos 21 minutos com Hugo, que aproveitou o rebote do goleiro e mandou de coxa para o gol.
O Centro Sportivo Alagoano só chegou aos 25, com Dawhan que mandou por cima do gol. Em resposta, William Barbio chutou forte e obrigou João Carlos a fazer boa defesa.
Com a pressão do CRB, o CSA saiu para o jogo e assustou com Patrick aos 36 em chute forte para defesa de Edson. Apodi também saiu frente a frente com goleiro e novamente brilhou Marden.
Na volta do intervalo o Galo voltou com a mesma pegada, e Maílson obrigou João Carlos a trabalhar logo aos quatro minutos.
Marcelo Chamusca promoveu mudanças, sacando Hugo para entrada de João Paulo e colocou Ferrugem na vaga de William.
Em resposta, Marcelo Cabo colocou o atacante Manga na vaga de Mauro Silva e Vitor no lugar de Robinho. Mas o Azulão seguiu assistindo um domínio do Regatas. Apenas Patrick ameaçava a meta de Marden.
Tentando liquidar a fatura nos 90 minutos, o time regatiano seguiu melhor em campo e ainda teve boas chances com Vitor Rangel aos 15 e com João Paulo em cobrança de falta.
Na última mexida do Brasil, Zé Carlos entrou no lugar de Maílson. Pouco fez em campo teve apenas uma oportunidade que foi abafada por João Carlos.
A última cartada de Cabo foi a entrada de Carlinhos e saída de Didira. A mudança deu um ânimo ao CSA, mas Marden trabalhou bem e levou a decisão para os tiros da marca penal.
Nas cobranças, melhor para João Carlos que pegou as cobranças de João Paulo e Lucas. O CSA errou apenas com Rafinha. Guilherme e Vitor acertaram para o Galo; Mateus, Carlinhos, Dawhan e Luciano fizeram para o Azulão garantindo os 39° título para o time do Mutange.

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